Historia da jogadora de vôlei Mari
Marianne Steinbrechr, nasceu dia 23 de agosto de 1983 em São Paulo, mais conhecida como Mari, é uma jogadora de vôlei brasileira.
Mari é descendente de russos e alemães, e apesar de ter nascido em São Paulo, morou e começou sua carreira na cidade de Rolândia no Paraná. Começou a jogar vôlei por indicação médica, porém seu treinador viu que a menina de 14 anos tinha inclinação para o vôlei e pediu empenho à atleta. Mudou-se para Londrina para atuar no Grêmio Londrinense. Lá ela atuava no time como meio-de-rede, muito por causa de sua altura. Sua dedicação ao esporte trouxe uma oportunidade em São Paulo, em um time de ponta, o então Finasa/Osasco.
No novo time, ainda nas categorias de base, atuou como atacante de extremidade, mais especificamente como ponteira. No ano de 2003 estreou no time profissional como titular, jogando como oposto na Superliga 2003/2004, sendo eleita maior pontuadora e jogadora revelação daquela temporada. Sua bela atuação pelo clube lhe rendeu uma convocação pra seleção brasileira adulta. Mari jogou ao lado de grandes jogadoras, como Fernanda Venturini, Virna Dias e Érika Coimbra, porém, mesmo sendo a menos experiente do grupo, foi o grande destaque brasileiro na conquista do Grand Prix de 2004 e nos Jogos Olímpicos de Atenas marcando, na semi-final contra a Rússia, incríveis 37 pontos. Porém, a jovem paulista ficou tachada como culpada pela não ida do time brasileiro à final Olímpica, pois no 4º set do jogo, quando se encontrava o placar em 24 a 19, a atleta sentiu o peso do jogo e errou ataques em sequência, levando o jogo ao tie-break. No set desempate, Russia fechou o jogo (com Mari errando a última bola, atacando pelo fundo da quadra) e seguiu na disputa pela medalha de ouro (que foi conquistada pela seleção chinesa). Mari ficou extremamente abalada com a derrota, e seu contagiante choro no fim da partida contrastava com seu costumeiro comportamento frio dentro de quadra. Na disputa pela medalha de bronze, Mari não teve condições psicológicas de jogar, e viu, do banco, o time brasileiro perder o jogo pra arqui-rival Cuba, ficando no 4º lugar geral.
No ano de 2005, depois do fracasso na Olimpíada de 2004, a seleção brasileira foi renovada. Mari foi inserida no novo grupo, que contou e conta, atualmente, com jogadoras mais jovens, como Fabiana Claudino, Paula Pequeno, Jaqueline Carvalho, Sheilla Castro e outras. Durante a temporada com a seleção, mais precisamente às vésperas do Grad Prix de 2005, Mari foi submetida à uma cirurgia no ombro, que lhe incomodava desde o ano anterior ( a jogadora convivia com dores incômodas no ombro, tomando remédios e fazendo diversos exercícios para conter a dor). Porém, a atleta contribuiu com o maior feito da seleção feminina de vôlei nos últimos anos: a conquista dos seis campeonatos disputados durante o ano de 2005. Em 2006, já recuperada, Mari mais uma vez foi convocada pra seleção, contribuindo, entre as conquistas mais importantes, pro hexa campeonato do Grand Prix e para a medalha de prata no Campeonato Mundial de 2006. Atualmente joga no clube Italiano Scavollini Pesaro, ao lado da também brasileira Sheilla Castro, e é treinada pelo técnico da seleção brasileira feminina, José Roberto Guimarães.
Com informações da Wikipédia.
